QUEM SOMOS

Coletivo Black Panther DNA

Criado com o intuito de resgatarmos o poder preto por meio de mídias virtuais. O coletivo têm como ideia principal juntar vivências e visões de perspectivas diferentes para que juntos possamos ter um único foco: o resgate da autoestima, segurança e direito de um povo.
Contamos com colaboradores dos quatro cantos do Brasil que tratam de diversos assuntos sobre a vivência negra, de perspectivas diferentes. 



Colunistas  

Izy Castelano


Izy Castelano, 24 anos, nascida e criada no conjunto de favelas do  complexo do alemão (RJ), hoje ainda moradora da Zona norte, mas na Ilha do Governador. Busca trazer a sua vivência de mulher afroindígena brasileira para o coletivo usando suas palavras como munição pra atacar tudo que se engrandece em cima das nossas mortes, pobreza e desgraça. Sobrevivendo por pura provocação e escrevendo para alcançarmos a pura e verdadeira liberdade. Estuda administração, mas ama ciências sociais e sonha em viver e trabalhar em prol do seu povo. ''Queremos o topo e todo poder para o povo preto. E queremos agora. ''



Andressa Vasconcelos 


Andressa Vasconcelos, 20 anos. Nascida em Pilares, Rio de Janeiro (RJ) e criada em Tamoios, segundo distrito de Cabo Frio (RJ). Em uma eterna descoberta de ancestralidade e do próprio ser. Trará para o coletivo um pouco dos seus conhecimentos e estudos sobre África e cultura africana. Também vai estar trazendo seus conhecimentos sobre culturas marginalizadas e vivência como mulher preta em subúrbios carioca 

Pryscila Galvão

Pryscila Galvão, 18 anos. São Paulo - ZO. Pan Africanista em formação. Afrocentricidade é o que salva! Gostaria de focar suas escritas nesse blog principalmente sobre assuntos de vivência preta não periférica, afetividade preta e matriarcado, e principalmente tratar de noticias atuais com um olhar pan-africanista.



ICARO SILVA

Icaro, 17 anos, Interior do Ceará. Por morar em cidade de interior, alguns processos no seu desenvolvimento enquanto homem preto, e mais, enquanto homem preto e bissexual, tiveram suas particularidades. Frequentou durante toda a vida espaços elitistas e brancos no que se diz respeito à educação. Foram anos de ilusão e muita frustração (pois embora ele convivesse em meio a um espaço branco, não detinha os mesmos privilégios que eles). Conheceu o PAN-AFRICANISMO. Reconhecendo a importância dessa corrente ideológica para o seu amadurecimento enquanto militante.  Acredita ser necessário Afrocentrar em todos os âmbitos possíveis, e só assim criar uma resistência homogeneizada de nós por nós que vise, acima de tudo, a emancipação do nosso povo e o combate massivo ao racismo em geral, e é justamente por isso que também reconhece a importância de espaços online e virtuais como a fundação do Coletivo Black Phanter DNA como mecanismos de suma importância para que se conclua esses objetivos. 

Aretha Soyombo


Aretha Soyombo, tem 21 anos e mora em Belo Horizonte. Estudante de Letras da UFMG, e após começar a trabalhar como como monitora de redação em um cursinho pré-vestibular, começou a ter contato com muitas meninas, principalmente algumas meninas negras, e a conversar com elas sobre a adolescência. Sentiu a necessidade de lutar e falar mais sobre como é importante a representatividade pra essas garotas, uma vez que foi uma adolescente negra e quase não se via em nenhum âmbito social que ela fazia parte,  o que mexeu com sua confiança e autoestima. Sendo assim, sente a necessidade de tentar mudar isso com os seus textos para com essas meninas, principalmente. Depois de 2016 teve uma inserção maior no meio feminista, principalmente o feminismo negro, o que a ajudou a me entender mais enquanto mulher e lutar mais pelos seus direitos, e pretende, tentar, através dos seus textos levar essa identificação e conhecimento para as pessoas.

Matheus de Araújo


Matheus de Araujo, 19 anos e mora desde nascido no Complexo da Maré, RJ. É baterista, formado técnico em Mecânica pelo CEFET/RJ e atual calouro de Letras - Literatura na UFRJ. Escreve poesia há pouco mais de um ano e meio e tornou-a seu meio de existência. Vive de poesia. Onde desabafa, protesta, sente e respira. Através dela sabe que a transmissão da mensagem e dos sentidos são possíveis, sendo uma grande arma revolucionária.



Gabriele Lameira

Gabriele Lameira, tem 17 anos, mora na Zona Oeste do Rio de Janeiro e agora participa da coluna de arte marginal do coletivo Black Panther DNA, com muito prazer. Sempre escreveu muito e sempre foi um tanto extrovertida, mas isso não a impediu que criasse um certo tipo resistência em mostrar aos outros o que escreve. Talvez porque, mesmo escrevendo sobre assuntos comuns na vida de qualquer jovem negro, periférico, carioca, escreve sobre assuntos delicados que só se tornam "comuns" devido à banalização do sofrimento desses mesmos grupos sociais que faz parte. Mas é chegada a hora de compartilhar...



Tati Nefertari


Tati Nefertari, 22 anos. Afrikana em diáspora, em eterna busca de suas origens e reencontro com a Mãe-África. Nacionalista Preta, PanAfricanista por essência. Cria de Malcolm X e amante do Hip Hip como ferramenta de luta, conscientização e libertação do Povo Preto





FERNANDA MARTINS



Fernanda Martins, 20 anos, cria de Benfica City, em Juiz de Fora (MG). Africana exilada na diáspora. Sempre na tentativa de voltar pra casa. Cheia de ódio pelo mundo e amor por nós. Veio pra derrubar os filhos da Babilônia e cobrar o que é do povo preto, por direito e majestade.




Kamilla Rodrigues 


Kamilla Rodrigues, 20 anos e moradora da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Indígena da tribo Kaiowá, ES. Tem como foco mostrar pro público que apagamento indígena existe e como isso, de fato, afeta aos indígenas Quer mostrar também como os indígenas foram esquecidos pela sociedade e o quanto as pessoas não se importam e acham banal, acham que os indígenas ficaram restritos aos livros e as aldeias.